sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Unnamed Story 3

Olá leitores!

O trecho de hoje será curto, só para vocês ficarem com água na boca!

“Espera. Sobre o que você quer conversar? Porque esteve agindo de forma estranha a noite inteira?” falei, um pouco irritada.

“Becca, escuta o que tenho pra te falar!” disse ele, segurando meus braços com força desnecessária. “Eu acho que tenho... sentimentos por você!”

Definitivamente por isso eu não esperava! “Repete o que você acabou de me dizer.”

“O quê? Dizer o quê?”

“O que você acabou de me dizer, acho que ouvi errado.”

“Eu tenho sentimentos por você, é isso?” disse ele, distraído.

“Você... gosta de mim?” perguntei timidamente.

James não disse nada, apenas ficou olhando para algo sobre os meus ombros. De repente, em um movimento brusco, ele me beijou. Não era como eu imaginei que aconteceria, mas foi bom. O problema é que o bom já havia sido provado por grande parte das meninas da cidade... eu queria mais! Afastei e ele reclamou.

“Becca, achei que você estava gostando...”

“James, você gosta de mim?” perguntei.

“Não sei se gosto, acho que sim.” Ele respondeu, arrumando o cabelo.

“Então até você se decidir a gente apenas se abraça, como bons amigos.” Falei e girei meus calcanhares, pronta pra sair andando.

“Você não gosta de mim? Já sei, prefere aquele arrumadinho, como é o nome dele? Gerard?” percebi, pelo tom da voz dele, que estava com ciúmes. Pena que, para mim, ciúmes não significa muita coisa.

“Sim, gosto do Gerard, sempre gostei... CLARO QUE NÃO! Isso não faz sentido” disse, de costas pra ele, e sai andando.

“Por que esta indo embora?” berrou ele.

“Vou voltar para a festa” berrei de volta

Ele não entendia. E não seria eu que iria explicar. Sentei novamente na mesa e enterrei meu rosto no meio da minha mão. Não queria chorar, minha vontade era de ir embora, mas dependia da carona de James.

“Rebecca?” disse uma voz masculina e eu levantei minha cabeça, achando que fosse James querendo se desculpar. Não era.

“Ah, olá Chris.” Vi que ele estava querendo sentar na outra cadeira. “Quer sentar?”

Chris se sentou.

“Você esta bem?” perguntou, querendo começar a conversa.

“Sinceramente? Não. Queria ir embora.”

“Mas você não pode ir agora! O prefeito nem fez o discurso de homenagem”

“Chris, não se ofenda, mas eu não me importo com o discurso do prefeito. Estou com dor de cabeça, quero ir para casa, quero dormir.”

“Quer que eu te leve?” perguntou Chris, preocupado.

“Você faria isso? Ficaria grata!”

“Claro, espere aqui que eu vou pegar o carro.”

Não demorou muito e ouvi a buzina do carro de Chris me chamando. Antes de entrar, ouvi meu nome. Olhei para trás e James estava correndo pra me alcançar. Fingi que não o vi, entrei no carro e Chris pisou no acelerador. Fechei os olhos, não queria ouvir mais nada. Acabei ouvindo uma balada triste que vinha do radio ligado enquanto Chris me levava pra casa.

Até a próxima!

Aviso: o trecho tem alguns erros de pontuação, certo? Pois bem, eu vou explicar o porquê! Eu escrevo de acordo com as minhas emoções (sim, eu me emociono enquanto eu escrevo!), então eu vou escrevendo, sem dar muita atenção a pontuação. Depois de um tanto eu vou revisando e revisando... o problema é que as vezes eu não percebo ou não dá tempo de revisar porque posto aqui o mais rápido possível. Mas a partir do momento que eu encontrar um erro eu venho aqui e altero! Obrigada pela compreensão!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

I'm not gonna change...

I will stay the same...

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Gente, está chegando a hora!
Eu lembro que há dois meses atrás, quando minha passagem foi comprada, eu reclamava que o tempo passaria se arrastaaaaando!
Pois é, próxima segunda estou embarcando!
E, claro, vou postar as novidades e tentarei tirar o máximo de fotos possíveis para que vocês vejam tudo que eu vejo! Mas não é certeza, uma vez que também quero aproveitar né?! haha
Continuarei também a postar a continuação da "Unnamed Story" (tudo bem que deveria ser segredo né?! Um dia vai virar livro e quero ver todo mundo comprando! hahaha Por isso não vou entregar a coisa toda de mão beijada, nem adianta insistir!) enquanto for escrevendo...

É isso por hoje...
Até a próxima!

domingo, 14 de agosto de 2011

Unnamed Story 2

Continuação da parte anterior:

Ele era inteligente e criativo. Sempre que eu não entendia a matéria da escola nós íamos até a beira do rio e ele me explicava com a primeira coisa que via na frente. Aprendi história com uma maça caída, geometria com um galho e inglês com uma pedra. Em pagamento, eu fazia todas as lições de casa dele, pois era um pouco preguiçoso para fazer ele mesmo.

Na adolescência ele era o garoto mais popular da turma e os clichês da vida me deixaram o papel de melhor amiga estranha e desengonçada. Houve momentos que eu achei que iria perdê-lo para a namorada “A” ou a namorada “B”, mas ele nunca me deixou na mão. Fazia questão de me acompanhar até a escola e de me trazer de volta sã e salva. Isso não queria dizer que eu ficava a salvo de suas piadinhas sobre o jeito como eu sempre amarrava meu cachos em uma fita rosa ou como eu sempre usava o mesmo suéter verde no dia de Ação de Graças.

Após nos formarmos na High School, eu mudei meu visual. A garota estranha e desengonçada deu lugar a uma jovem de pernas longas e cabelos castanhos brilhantes e macios. Comecei a ser mais vaidosa e os garotos da cidade perceberam, inclusive James. De repente, eu era a sensação do momento, a fruta da estação. Tudo era muito estranho para mim e eu não gostava da competição que me cercava. Porque o único que me interessava era ele. Mas ele nunca me dava brecha, me tratava como se eu fosse a irmã mais nova dele e isso despertava minha raiva.

Nosso romance só começou há dois anos, após o baile do Dia da Independência. Ele me avisou que iria me pegar às oito e, nesta hora, eu estava pronta, esperando por ele. Ele chegou com meia hora de atraso, com um sorriso que me fez perdoá-lo num instante. Eu tinha me arrumado por uma hora e ele não fez nenhum comentário sobre minha roupa, apenas cumprimentou meu pai e disse que me traria de volta às onze da noite.

O campo de baseball na cidade estava decorado nas cores branca, vermelha e azul. As barracas estava dispostas em semi-círculos e uma banda tocava uma música desconhecida em um palco improvisado. Eu me sentei em uma das mesas perto das barracas e ele sentou do meu lado. Após uns minutos, perguntou se eu estava com sede e foi buscar um copo de ponche. Voltou com dois copos na mão, porém um outro rapaz tinha sentado em seu lugar e tentava me convencer a dançar. Mais do que depressa ele dispensou o rapaz e me puxou para o local onde os casais estavam dançando, colocou uma mão na minha cintura e a outra pegou minha mão. Estávamos dançando. Perguntei o que significava aquilo e ele não disse nada.

Era complicado descobrir o que James estava sentindo; ele nunca dizia, nem para seus melhores amigos. Suas namoradas nunca ouviram um “eu gosto de você” e talvez esse era o motivo que as fazia terminar com ele, derramando lágrimas. Por esse motivo, todas as minhas amigas me aconselhavam a esquecê-lo. E eu nunca dava ouvidos a elas.

Foi com surpresa que ouvi um sussurro no meu ouvido: “Preciso falar contigo” e me levou para um local afastado. Fiquei preocupada, pensei que alguém havia passado mal ou algo assim.

“Rebecca...” começou ele.

“James? O que aconteceu?”

“Não sei te explicar... é... ultimamente eu...”

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Unnamed Story

Olá senhoritos e senhoritas!

Ontem me deu comichão, daqueles grandes, que não tem como adiar. Fazia muito, muito tempo que não ficava com uma vontade tão grande de escrever, muito menos apaixonada por uma história. Porque para escrever uma história você tem que, primeiro, se apaixonar por ela, não basta sair escrever qualquer bobagem que aparece na cachola e achar que vai continuar por mais duzentas páginas. Pode crer, eu já tentei e falhei algo que beira trinta vezes.

Então eu, meia noite, quando consegui finalmente baixar o Mac Office, comecei a escrever. Escrevi direto três páginas e fui acabar duas horas da manhã, sem sono, cheia de idéias para a continuação da história. Aqui vou revelar alguns trechos da história, este é o primeiro. Acompanhe.

"Ele era meu melhor amigo desde que ele mudou para a pequena cidade de Fallbrook, aos cinco anos de idade. Uma criança vinda da cidade grande, acompanhado apenas da mãe. Nunca descobri o que havia acontecido com o pai dele e, na vez que ousei perguntar, fez cara de bravo. A única lembrança que ele tinha do pai era uma medalha prateada pelo serviço prestado ao exército americano na Primeira Guerra Mundial. Sua mãe, batalhadora, abriu uma loja de doces em nossa pequena cidade e isso atraiu a maior parte da criançada, inclusive eu.

Foi assim que o conheci. Entrei na loja carregando os trocados que meu pai havia me dado em troca de uma semana de pequenos serviços e passei os olhos com calma em cada doce da estante. Foi neste momento que um garoto forte e gordo tomou minhas moedas e saiu correndo. Comecei a chorar baixinho, mas a Mrs Johnson, que havia visto a cena, chamou seu filho e mandou ele correr e pegar meu dinheiro de volta. Ele olhou nos meus olhos e disse “Não chore, vou buscar para você!” e, talvez, tenha sido neste momento que eu me apaixonei por ele. Ele atendia pelo nome de James.

Seus olhos eram azuis. Não azuis da cor do céu e sim da cor de um mar agitado. E eles sempre tiveram o poder de me acalmar, não importa qual fosse o problema que eu estivesse passando. Foi assim que eu me senti quando ele disse que tudo ficaria bem e eu o vi correr como nunca. Ao voltar, vi minhas moedas em sua mão e abri um sorriso. Comprei os doces, sentei em uma mesa e dividi com meu novo amigo. "

E aí? Gostaram? Querem mais?

Até a próxima!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Dica de Filme: Beastly

Olá leitores!

Como já postei no Twitter e no Face, ontem assisti um filme liiiindo, que quase me fez chorar! (adoro filmes assim!) Desde criança, o conto de fadas que eu mais gostava era A Bela e a Fera. Achava tudo lindo: a cor do cabelo dela, o vestido (apesar de odiar amarelo, o vestido dela era o mais bonito das princesas da Diney) e como ela era boazinha com a Fera. Pausa na história (nada) comovente. Avançaremos alguns pares de anos.

Ontem fui procurar musicas pra colocar no meu playlist do celular quando eis que me deparo com esta belezura de canção:

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Dá pra imaginar o quanto eu gostei não é? Primeiro que a Jordin Sparks tem a voz linda e depois que justo o tema do meu fairy tale preferido! Porém, o primeiro vídeo do youtube que eu vi dessa música trazia cenas de Beastly. Já tinha ouvido falar do filme, mas nunca me empolguei, então não sei que bicho me mordeu que eu fiquei com vontade de assistir.

Pois bem, assisti. E, como disse, AMEI! O filme traz uma Vanessa Hudgens bem longe da atuação medíocre de High School Musical, um Neil Patrick Harris com um personagem engraçado e diferente, um Alex Pettyfer que fica lindo de Fera e uma Mary-Kate Olsen sem seu ar pedante que ela normalmente exibe. Vale a pena!


Bom filme e até a próxima!