segunda-feira, 30 de maio de 2011

Califoooooorniaaa!

Olá queridos leitores!

Eu, ansiosa e sonhadora do jeito que sou, fico imaginando tanto como será andar pelas ruas de Riverside que fico andando pelas ruas de Los Angeles com o Google Street View, lendo guias de turismo, vendo fotos e mais fotos e ouvindo todas as musicas com a palavra "Califórnia"!


Por essa razão, vou colocar os links dos vídeos aqui para vocês escutarem e sentirem um pouquinho do que eu estou sentindo... São estilos diferentes, mas todas me deixam num up enorme!

Katy Perry - California Girls
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Phanton Planet - California (musica-tema de O.C.)
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Red Hot Chili Peppers - Dani California
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Scorpions - Hotel California (não achei uma versão boa do original, cantada pelo Eagles)
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Rihanna - California King Bed
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The Mamas & The Papas - California Dreamin' (indicação da minha best Laís!)
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Lulu Santos - De Repente California (indicação do @klebrenner e do @gusta_alves)
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John Mayer - In Your Atmosphere (Live in LA) (Essa eu coloquei em homenagem ao @klebrenner pq eu odeio as musicas do John Mayer)
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E para finalizar uma meio #fail, mas é a única que eu gosto deles!
Jonas Brothers - LA Baby
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Esse post eu dedico a Dani Pecorari, pra ela também entrar no clima do nosso futuro estado!

Até a próxima!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Half-Match

Olá queridos leitores!


Agora, o rolo do match!

Na primeira data, dezembro do ano passado, eu iria passar o Natal, era só umas duas semanas em Nova York, fazendo compras!


Já esse ano vi um site, o Cultural Care, que oferece um programa de intercâmbio como au pair (para jovens de 18 a 27 anos no qual você trabalha como babá e faz um curso a sua escolha). Me interessei, ainda mais pelo valor, que é barato. Mas eu não me encaixava nas exigências: não tinha carteira de motorista, nem 200 horas de experiências com crianças. Ok, eu tenho 27489827 anos de experiências com as minhas irmãs, mas nada oficial, que eu precisasse cuidar 24/7. E agora? Conseguir tudo isso, esperar mais 4 meses pra ficar online e mais alguns meses pra me escolherem? Eis que veio a solução: ir sem agência.


Então me inscrevi em um site de encontro de au pairs e famílias chamado GAP. Decidi pagar um mês. Se desse certo, ótimo; se não desse, iria procurar outro jeito de encontrar. Apareceram duas famílias: uma queria que eu fosse em março e a outra era judia, tinham uns esquemas bem diferentes! A primeira obviamente não deu certo por motivos explicados no último post e a segunda não me deu a empolgação necessária para continuar a manter contato com eles. Depois do mês que eu paguei, tive uns problemas com o site e deletei meu perfil.


Meu pai (Sr. Giba), um aventureiro nato, sempre me apoiou e me ajudou com informações. Ele sabia que eu queria ir para Califórnia mas, como eu não conhecia ninguém lá, achei pouco provável que um dia eu fosse trabalhar lá. Mas ele nunca deixou que eu desanimasse. Foi aí que ele lembrou que o primo de um amigo dele morava por aquelas bandas. Mandou um e-mail perguntando se eles poderiam me ajudar e o cara respondeu que eu poderia ficar na casa dele. Ele tem um menino de dois anos e meio e a mulher dele é fotógrafa! Perfeito pra mim! Exatamente tudo o que eu queria! Pensa em um pessoa que passou o resto do dia rindo, pulando, toda boba, teve até dancinha da vitória com o meu pai no meio da sala! (Sim, eu sou brega e tenho uma dancinha da vitória! rsrs)


Ir sem agência é um pouco diferente do processo de quem vai por agência. Então foi um match porque se eu quiser, eu serei bem recebida, mas ainda preciso saber direitinho o que eu vou fazer por lá, meus benefícios... A história com certeza não acabou, vou contar todas as novidades que eu receber aqui no blog! Esperem pelos próximos capítulos dessa novela!


Até!

sábado, 21 de maio de 2011

O começo de tudo!

Olá queridos leitores!

Well, vou contar a história inteira pra vocês.

Tudo começou ano passado, quando fui despedida da empresa que estava trabalhando.
Cheguei em casa chorando muito, pensando o que seria da minha vida, toda a história de ter que fazer um currículo (por incrível que pareça, em nenhum dos dois empregos que trabalhei eu precisei apresentar currículo), sair procurando trabalho e tal.
Foi neste momento que meu pai me chamou pro colinho (tem coisa melhor que carinho de pai?) e disse: "Ao invés de você trabalhar aqui, porque você não vai passar um tempinho fora do país?". E neste momento eu comecei a pensar nisso, fazer planos.

Em questão de datas foi (e ainda está sendo...) um desespero! Acompanhe a saga:
- Metade de dezembro de 2010 apareceu a primeira data pra eu viajar, fui toda alegre contando pra todo mundo, no Twitter, para o namorado, para os amigos e acabou que não deu certo, a passagem estava muito cara (época de Natal né?).

- A segunda data que me apareceu foi início de março, e lá vou eu de novo contar pra todo mundo e também não deu certo, porque comecei auto-escola e não era tão rápido como eu esperava que fosse conseguir a tal CNH.

- A terceira data foi final de abril/começo de maio. Mas passei mal na segunda aula prática, fui parar no posto de saúde e descobri que se quisesse continuar com a minha sanidade mental, eu teria que ir mais devagar no processo.

- A quarta data eu marquei pra antes-de 20 de junho. Mas guess what? O instrutor passou mal esses dias atrás e tive eu que pagar-o-pato! As reposições entram junho adentro e mais os 20 dias esperando a prova do Detran, seria impossível ir em 20 de junho. Nisso, julho é o mês mais agitado, os brasileiros aproveitam verão americano e vão pra lá aproveitar as férias!

A próxima data que eu marquei é começo de agosto. Isso vai me dar uns probleminhas porque eu vou sair do frio curitibano pra pegar o frio americano e isso não é bom! Queria aproveitar o sol mais uns diazinhos!


No próximo post contarei sobre o resto e meu match!

Até a próxima!

terça-feira, 17 de maio de 2011

Ah... Se esta rua fosse minha!

Ah, se esta rua fosse minha! Eu não mandava ladrilhar não!
Mesmo que fosse para o meu amor passar!
Eu deixaria a rua bem lisa, para que as crianças pudessem andar de patins e skate.
Faria ela com uma parte inclinada para que carrinhos de rolimã pudessem fazer uma competição.

Teria um campinho, um parquinho e várias árvores: grandes e pequenas mas todas com frutas e nada de espinhos!
As crianças poderiam se divertir subindo nelas e, ao final do dia, se deliciando com maçãs, laranjas e goiabas.
Haveria campeonatos de amarelinha, esconde-esconde, roda pião, três marias, elefante colorido e, anualmente, uma caça ao tesouro!

As mães passariam o dia inteiro em casa, ora brincando com os pequenos, ora tricotando e conversando.
Elas ainda teriam o direito de fazer quitutes como bolos e biscoitos, sempre servidos com aquele suco de laranja geladinho.
Os pais, por sua vez, aos finais de semana, se divertiriam com seus filhos construindo pistas para os carrinhos de brinquedo passarem.
E, durante a semana, eles seriam obrigados a chegar as 4 horas da tarde.

Ah se essa rua fosse minha, os carros não poderiam ali passar.
Nada que pudesse atrapalhar a diversão dos pequenos, a prioridade seriam eles!
Um lago para nadar no final da tarde após um chupe de melancia seria o ponto mais gostoso da região.

E se a rua fosse sua? O que você faria?

(Esse texto foi inspirado em um texto do extinto blog 'Garotas Que Dizem Ni', meu favorito!)

sábado, 14 de maio de 2011

Dica de Filme: Tamara Drewe

Olá queridos leitores!

Hoje eu estava um pouquinho triste com alguns problemas quando um amigo meu (@gabrielterleski) me falou que tinha começado a assistir um filme chamado "O Retorno de Tamara". Pensei que fosse um filme de terror, mas ele me passou o link, eu vi apenas metade e já me veio na cabeça: "Que filme legal! Vou assistir!".


O filme começa um pouco clichê e você pode achar que já sabe o final do filme. Pensa também que os outros personagens são apenas figurantes. Mas esqueça tudo e apenas assista! É simplesmente o filme mais louco que já vi!

Eu até poderia escrever sobre o que é o filme (e já dá para ver mais ou menos do que se trata no trailer), mas isso com certeza iria estragar a emoção que é ver quando um roteirista (o do filme) entra em tédio e decide chacoalhar uma "comediazinha romântica".

Bom filme!

Até a próxima!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Dica de Livros

Olá queridos leitores!

Bom gente, eu prometi que meu ultimo post não seria tão profundo que nem o primeiro, mas não consegui, fiquei inspirada e fui escrevendo. Quando vi, tinha ficado daquele jeito! rsrs Para me redimir, vou colocar uma lista pequena de livros antigos que eu gosto, fica a dica:

- O Morro dos Ventos Uivantes (Wuthering Heights), escrito por Emily Brontë: um romance sobre um cara que destruiu a vida de três mulheres com seu jeito arrogante, apaixonado e machista. Apesar de tudo isso, é um dos melhores livros que já li!
- Ivanhoé, escrito por Walter Scott: Cavaleiros, princesas, aventuras que misturam personagens de outras histórias. Sobreviva até o segundo capítulo e não vai querer largar!
- A Moreninha, escrito por Joaquim Manuel de Macedo: De todos os livros clássicos da literatura brasileira, este é o de linguagem mais fácil e o mais "água com açúcar".
- O Leque de Lady Windermere (Lady Windermere's Fan), escrito por Oscar Wilde: Em formato de peça de teatro, conta a história de uma mulher que descobre que seu marido pode estar traindo com outra mulher. O personagem mais carismático, entretanto, é Lord Darlington, um amigo que vê o mundo com pouca seriedade e é alheio as fofocas da cidade.
Esse foi meu post duplo de hoje, porque viajarei neste fim de semana e só voltarei a escrever semana que vem.

Até a próxima!

Audrey Hepburn

Olá queridos leitores!

Hoje é aniversário de uma das mulheres mais incríveis, belas e ousadas que já existiram! Na verdade, seria se ela ainda estivesse viva. Maioria das pessoa que me conhecem sabem que eu sou fã dela e já devem ter me ouvido perguntar: "Quem quer assistir Bonequinha de Luxo comigo?!" (que se segue por lamentos de "outra vez nããão!" rsrs).

Mas poucas pessoas conhecem as razões da minha grande admiração por ela. Aqui está um pouco de sua história pessoal:
Audrey Hepburn nasceu Audrey Kathleen Ruston em 4 de maio de 1929 em Bruxelas, Bélgica, filha de uma banqueiro irlandês e uma aristocrata holandesa. Mas apesar do berço de prata (digamos assim), ela era humilde, generosa e sempre colocava o bem-estar dos outros em primeiro lugar! Trabalhou como voluntária na Unicef boa parte de sua vida.
Além disso, ela foi uma mulher forte e de personalidade! Em uma época que o tipo de mulher ideal eram mulheres curvilíneas como Marilyn Monroe e Rita Hayworth, Audrey conseguiu fazer sucesso no cinema e se destacar! Media 1,70 e jurou a si mesmo que nunca pesaria mais do que 47 quilos. O que muitos chamariam de anorexia, ela chamava de determinação: seu corpo pertencia ao ballet, antes de tudo.
Suas frases marcaram pela grande sabedoria que exprimia: "A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela veste, nem no corpo que carrega, ou na forma que penteia seus cabelos. A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside."
Como em todos os personagens de seus filmes, era constantemente chamada de maluquinha. Seu jeito de moleca se encontrava com a ingenuidade dos seus olhos e escondia um lado sexy e cheio de glamour. Infelizmente, morreu de câncer de cólon aos 63 anos em 20 de janeiro de 1993.
(Adaptado desse site aqui, deste outro e mais desse.)


E cada vez que eu a vejo em um de seus filmes, eu me pergunto: Por que são raras pessoas como ela atualmente? Pessoas que não pensem só em si mesmas e se prestem a colocar a "mão na massa" pelas outras? Pessoas que gostem de sorrir pelo prazer do ato e iluminem tudo ao redor? Que prezem pela beleza interior e só depois pela exterior? Que sejam ousadas e não aceitem o mundo do jeito que ele é (uma mania de brasileiro, achando que pior que está não fica)?
Ela morreu, mas fica o exemplo. Vamos procurar ser pessoas melhores para que as futuras gerações possam se espelhar em nós. Afinal, ainda resta a esperança de que as crianças possam ser o futuro desta nação (e do resto do mundo)!

Até a próxima!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Sucesso

Olá queridos leitores!

Vocês se lembram de um jogo infantil chamado Jogo da Vida? Ele dava um preview do que era a vida: Nascimento, escolha da profissão, casamento, filhos, conquistas e no final ou você ficava milionário ou ia a falência. Havia obviamente uma diferença muito grande entre os desenhos do milionário (um velhinho em frente a uma mansão com piscina) e do falido (um velhinho jogando xadrez sozinho, com uma casa pobre ao fundo).

E desde aquela época essas eram minhas referências em questão de sucesso: Se você tiver sucesso, vc será um velhinho cheio de amigos e uma vida cheia de regalias; caso contrário, será um velhinho solitário com uma casinha pobre. Isso me angustiava, me fazia pensar que eu deveria entrar na faculdade logo após sair do ensino médio, fazer sempre as escolhar certas, conseguir um trabalho que me fizesse crescer profissionalmente e financeiramente.

Até que eu conversei com um amigo meu que é psicólogo (meus amigos vão reconhecer imediatamente quem é) e descobri que sucesso é mais do que isso! Sucesso é "aquilo que se sucede" (fonte: Dicionário Priberam), ou seja, se todos estão na mesma situação e alguém se destaca, ele sucedeu os outros! Resumindo: sucesso é quando alguém se destaca dos demais! Não significa que você terá dinheiro ou fama e sim que terá experiência diferentes dos outros que fará com que você tenha um olhar mais amplo.

Meu conselho é: se tiver oportunidade, FAÇA! Cursos dos mais variados, viagens, passeios, converse com pessoas diferentes, ouça e veja de tudo! E a cada coisa que você aprende, sucede aos outros. E um dia o mundo reconhecerá todo esse esforço!

Esse foi meu primeiro post e eu amei escrevê-lo! Espero que gostem também!

Até a próxima!

domingo, 1 de maio de 2011

A garota dos olhos verdes


Olá! 

Meu nome é Lisy Muncinelli! 

Tenho 21 anos, campo-grandense de alma e curitibana de coração. 

Sou estudante de Jornalismo, mas flerto com fotografia, cinema e moda.

Redatora-chefe [obcecada] do blog O Ápice da Curva.

Colecionadora de histórias e amigos. 

Viciada em seriados e livros. 

Gordinha assumida. 

Starbucks lover. 

Prazer!